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Redes sociais. Não sei o que há de verdade, mas vale refletir.

15 mar
Li o livro 1984 de George Orwell e a realidade é essa: “Big Brother is watching you”.
O livro de Huxley mencionado abaixo é “Admirável Mundo Novo”, mas o grande irmão é de 1984.

A verdade do Facebook – Assustador!
Infelizmente as coisas boas que uns fazem, outros aproveitam para
fazer o mal. Esta semana na televisão houve reportagem todos os dias
com Joaquín López Dóriga (jornalista mexicano) sobre o Facebook, o
Hi5, Myspace, Sonico, Netlog, etc , e o perigo do seu uso. Vem uma
reportagem diária no jornal MILENIO, sobre como os sequestradores têm
como fonte de informação directa e confiável nos blogs do Facebook e
do Hi5.
Entrevistaram uns sequestradores que dizem que entram na rede e vêm os
rostos, a casa, os carros, as fotos de viagem e sabem o nível social
e económico que têm os utilizadores. Na televisão, um deles declarou
que antes investigavam muito para conhecer os candidatos a sequestros,
mas que agora com o Facebook e a informação que pomos voluntariamente
na rede, já não se enganam e nem têm que investigar onde vivem, que
escola frequentam, para onde viajam, quem são os país, irmãos e
amigos.
Passou-se com Alejandro Marti, (jovem mexicano morto pelos seus
sequestradores) que colocava tudo. A familia acaba de fechar o seu
blog depois de dar conta da quantidade de informação potencialmente
perigosa que o jovem colocou com alegría e sem suspeitar que estava a
ajudar a quem o matou. Protejam os vossos filhos e protejam-se. Nao
coloquem informação íntima e pessoal na rede.

A VERDADE SOBRE O ‘FACEBOOK’

O Facebook está a vender a informação dos seus usuários ao maior

expião.Cito textualmente: ‘O que muitos usuários não sabem é que, de

acordo com as condições do contrato que virtualmente assumem, ao fazer

click no quadro “aceito”, os usuários autorizam e consentem ao

Facebook a propriedade exclusiva e perpetua de toda la informação e

imagens que publicam.’

Assim, ressalta o perito, os membros ‘automaticamente autorizam ao

Facebook o uso vitalício e transferível, junto com os direitos de

distribuição , de tudo o que colocam na sua página Web.’ Os termos de

uso reserva ao Facebook o direito a conceder e sub-licenciar todo o

“Conteúdo do usuário” a outros propósitos. Sem o seu consentimento,

muitos usuários convertem as suas fotografías em publicidade,

tranformando um comércio privado num pertence público.

De repente tudo o que os seus membros publicaram, incluindo as suas

fotografías pessoais, a sua tendencia política , o estado das suas

relações afectivas, interesses individuais e até a morada de casa ,

foi enviado sem autorização expressa a milhares de usuários.

Há que acreditar em Mr. Melber quando assegura que muitos empregadores

americanos ao avaliar os C.V., consultam o Facebook para conhecer

intimidades dos candidatos. A prova de que uma página no Facebook não

é privada, evidenciou-se num conhecido caso da Universidade John

Brown que expulsou um estudante quando descobriu uma foto que colocou

no Facebook vestido de travesti. Outra evidência aconteceu quando um

agente do Serviço Secreto visitou na Universidade de Oklahoma o

estudante do segundo ano Saúl Martínez, por um comentário que publicou

contra o presidente. E para cúmulo, o assunto não termina quando os

usuários cancelem a sua conta : as suas fotos e informação permanecem,

segundo o Facebook, para o caso de quererem reactivar a sua conta ; o

usuário não é retirado, inclusivé, quando morre. De acordo com as

‘condições de uso,’ os membros não podem obrigar que o Facebook

retire os dados e imagens dos seus dados, já que quando o falecido

aceitou o contrato virtual, concedeu ao Facebook o direito de

mantê-lo activo sob um status especial de partilha por um período de

tempo determinado para permitir que outros usuários possam publicar e

observar comentários sobre o defunto.

Saibam os usuários do Facebook que são participantes indefesos de um

cenário que os académicos qualificam como o caso de espionagem maior

na história da humanidade. Convertem-se de forma inconsciente nos

percursores no fenómeno de ‘Big Brother’. Alusão directa à

intromissão abusiva do estado nos assuntos privados do cidadão comum

para controlar o seu comportamento social, tema de uma novela

profundamente premonitória escrita en 1932 pelo britânico Aldous

Huxley: “Um Mundo Feliz” ( “1984” ) .

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Publicado por em 15 de março de 2011 em NOTICIAS

 

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